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Meu desassossego não é fruto do medo que tenho de assombração, nem da fome ferrenha que passo no sertão, nem da seca que cor...

Solidão em oito versos




Meu desassossego
não é fruto do medo que tenho de assombração,
nem da fome ferrenha que passo no sertão,
nem da seca que corta meu quintal e nem do vento,
que nada tem para balançar no meu varal;
o causo é que meu amor foi embora,
não levou nem uma sacola e ainda assim
só me restou solidão





Postado por: Francisco Arenga

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